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G1 G1 · Mundo · 01/07/2026 15h22

Número de mortes por terremoto na Venezuela sobe para 2.295

2.295mortos
+11 milferidos
43.220desaparecidos (registro não-oficial)
12.841afetados
  • Nos dois primeiros dias, 5.380 pessoas foram salvas; na segunda-feira (29), apenas 4 resgates com vida — uma queda brusca no ritmo das buscas.
  • Organizações humanitárias apontam hospitais sobrecarregados, com quadro de funcionários reduzido e risco de doenças infecciosas se espalhando entre os desabrigados.
  • Sem balanço oficial de desaparecidos, moradores organizaram listas próprias em grupos de WhatsApp, somando mais de 43 mil nomes.
  • Segundo a ONU, os terremotos deixaram cerca de 1,2 milhão de toneladas de entulho pelo caminho.

O governo venezuelano elevou o total de mortos para 2.295 na quarta-feira (1º), com os feridos já ultrapassando 11 mil.

Jorge Rodríguez, presidente da Assembleia Nacional, colocou em 12.841 o número de atingidos pelos dois tremores de 24 de junho — um dia antes, o balanço marcava 1.943 mortes e 10.571 feridos.

Para especialistas, esse total ainda está abaixo do real: corpos seguem sendo retirados dos escombros diariamente, e os necrotérios da região não têm estrutura para o volume de vítimas.

O ritmo de resgates despencou: dos 5.380 sobreviventes salvos logo nas primeiras 48 horas, apenas 4 resgates com vida foram confirmados na segunda-feira (29).

Sem um número oficial de desaparecidos por parte do governo, famílias passaram a montar suas próprias listas em grupos de WhatsApp e plataformas colaborativas — uma delas já reúne mais de 43 mil nomes.

Fonte: g1.globo.com — vídeo estático animado (reprodução real do vídeo não disponível para incorporação)

Terremoto na Venezuela

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Apoie Famílias Refugiadas

Um país que já enfrenta uma das maiores crises humanitárias do mundo.

Dois fortes tremores derrubaram casas e causaram graves danos a hospitais, sistemas de água e eletricidade em vários estados. Foi declarado estado de emergência, e famílias foram obrigadas a deixar suas casas, muitas delas ficando sem nada.

Esse desastre atingiu uma população que já estava no limite. Quase 7 milhões de venezuelanos fugiram nos últimos anos.

Para aqueles que permanecem, uma situação já frágil se transformou em uma emergência total, com necessidades urgentes de abrigo, água limpa e proteção.

Você pode ajudar famílias a sobreviver a esta crise.

O ACNUR, a Agência da ONU para Refugiados, lidera a resposta de proteção na Venezuela. Nossas equipes estão no local, prontas para apoiar a resposta emergencial, mobilizando assistência e distribuindo suprimentos de emergência disponíveis para atender às necessidades que crescem rapidamente.

Imagens aéreas da destruição causada pelos terremotos.
Sobre o ACNUR? +

O ACNUR, a Agência da ONU para Refugiados, atua em emergências humanitárias oferecendo abrigo, proteção e assistência vital a pessoas forçadas a fugir de guerras, perseguições e desastres.

Ninguém planeja se tornar refugiado, mas quando conflitos e crises obrigam famílias a deixar tudo para trás, o ACNUR está presente em até 72 horas, levando abrigo, cuidados essenciais e dignidade em meio ao caos.

Mesmo quando as câmeras se apagam e os holofotes somem, nós permanecemos. Essa é a nossa missão. Essa é a nossa promessa. Esse é o nosso compromisso com quem foi forçado a recomeçar.

Para onde vai a sua doação? +

O ACNUR utiliza as doações para responder rapidamente a emergências, oferecendo abrigo, água, alimentos e proteção a pessoas forçadas a fugir. Além do socorro imediato, os recursos ajudam a garantir assistência contínua, como acesso à saúde, educação e apoio psicológico, investindo em soluções duradouras que permitem que essas pessoas reconstruam suas vidas com dignidade e segurança. Tudo com transparência e foco no impacto direto para quem mais precisa.

Por que apoiar pessoas refugiadas? +

Refugiados são pessoas como você — mães, pais, crianças, estudantes, trabalhadores — mas que foram forçadas a deixar suas casas por causa de guerras, perseguições ou desastres. Eles não escolheram isso e muitas vezes chegam sem nada. O apoio que recebem pode significar acesso a abrigo, comida, saúde e a chance de recomeçar com dignidade.